Paris, a cidade da luz e do amor

Paris!! Aquela cidade que sonhamos visitar desde sempre! É uma cidade que me chama a atenção desde pequenina e que, em 2017, tive a possibilidade de visitar duas vezes. Esta cidade nas margens do Rio Sena deixou-me completamente apaixonada por todos os monumentos e o ambiente que a envolve.

O primeiro dia foi para visitar a região da mítica Torre Eiffel. Fomos a pé da zona de Huitième até à Torre e devo dizer que foi dos melhores passeios.
Caminhamos pela Avenue Montaigne a ver todas as lojas (nas quais nem sequer há dinheiro para entrar) como Louis Vuitton, ChannelValentino etc, até à ponte Ponte Alexandre III com uma vista  magnífica sobre o rio e com os seus postes extravagantes. Daqui até ao Parc du Champ de Mars só tivemos que percorrer mais sete minutos a pé.

Só quando estamos perto da Torre Eiffel é que percebemos o quão monumental é esta criação de ferro de Gustave Eiffel. Não podíamos deixar de subir de elevador e, como já fizemos esta visita ao fim do dia, a paisagem era com todas as luzes da cidade que nos deixou, completamente, sem palavras.

Depois de sair de um dos monumentos mais visitados da cidade de Paris, atravessamos a ponte e andamos pelos jardins do Trocadero acabando o dia com um fantástico jantar num restaurante de portugueses: o “Le Bistro de Lonchamp“.

Nesta viagem consegui realizar um sonho de criança. Há anos que andava a falar que queria visitar a Disneyland Paris e FINALMENTE ACONTECEU! Conto tudo, aqui. (Brevemente)

A Catedral de Notre Dame, um ponto de visita obrigatório, na Île de la Cité.
Depois desta visita que leva, à vontade, uns 45 minutos, caminhamos pelas margens do Rio Sena passando pela Pont des Arts (infelizmente, já não tinha todos os cadeados, símbolo do amor de tantos casais que por lá passaram porque, devido ao peso e ao esforço que requeria da própria estrutura da ponte foram transferidos para um local mais próximo da catedral).

No caminho podemos parar no Museu de Orsay e, mais à frente, o Museu de L’Orangerie no Jardim das Tulherias. Neste jardim dá para descansar um pouco à beira dos enormes lagos com as suas típicas cadeiras nos dias quentes de sol.
Numa ponta do jardim encontra-se a imponente pirâmide do Museu du Louvre e, na outra extremidade a Praça Concórdia na qual podemos ver as fontes – Fontaine des Fleuves e a Fontaine des Mers – , um obelisco Egípcio (à semelhança de outras cidades Europeias) e a Grande Roue.

Seguimos para os Champs Élysées, uma das principais avenidas de Paris, onde estava instalado um Mercado de Natal com tudo a que se tem direito: musicas natalícias, decorações, prendinhas, jardins do Pai natal, Renas e restaurantes. Se percorrermos toda a avenida vamos encontrar o Gigante Arc du Triumph na Praça Charles de Gaulle.

Montmartre, um bairro boémio e com ambiente artístico e pitoresco.
Mal saímos do metro conseguimos vislumbrar a maravilhosa Basílica de Sacré Coeur. Do metro até às monumentais escadas percorremos uma rua cheia de lojistas e pessoas a comprar as suas  lembranças. Acreditem que precisam deste caminho para ganhar coragem para subir as escadas até ao ponto mais alto da cidade. Depois de várias paragens ao longo das escadas, finalmente chegamos ao topo e acreditem que a vista vale o esforço.

Percorremos as pequenas e estreitas ruas até à Praça dos Artistas onde vários pintores dão asas à imaginação e pintam caricaturas e paisagens e, se os turistas quiserem, até retratos. Antigamente este bairro tinha “má fama” pela presença dos bordéis e cabarés mas, segundo consta, os artistas sempre se interessaram pelo ambiente deste bairro e, depois de muitos deles se instalarem lá, este local ganhou um outro ambiente. Descendo estas ruas encontramos o famoso moinho do Moulin Rouge.

Entramos no metro nessa estação com o objetivo de passear pelo espetacular Jardim do Luxemburgo. À volta deste encontramos dezenas de estátuas e, à semelhança do Jardim das Tulherias, várias cadeiras em redor dos enormes lagos.

Deixamos as Catacumbas da cidade para o último dia!
Não é uma visita que se aconselhe aos mais assustadiços ou a quem tem vertigens.
Nestes níveis subterrâneos da cidade existe um Ossuário que remonta a 1785. “E como é que estes esqueletos foram lá parar?“, perguntam vocês! Paris tinha os cemitérios sobrelotados e diz-se que, por causa disso, a população à volta começou a adoecer. Foi então que se lembraram destes túneis (resultado de anos de exploração de pedreiras). Todos os milhões de ossos (cerca de 5 a 7 milhões de pessoas) estão dispostos de forma a cobrirem paredes e colunas.

Terminamos o dia nas grandiosas Galerias Lafayette a admirar as fabulosas montras com manequins animados e decorações extravagantes. No topo, temos um espaço muito agradável com vista para toda a cidade, digna de um quadro.

Mesmo depois de tudo o que vi não consegui visitar tudo o que queria nesta cidade tão bonita. Por isso, conto voltar. 😎

Se estás a pensar visitar Paris, não hesites!
Paris é isto!
É amor, é paisagem, é glamour e cultura. 😍
É desejo de querer ver mais e de recordar todos os sítios por onde passamos, vezes e vezes sem conta.

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